Biografia


Nascido em 02 de outubro de 1979 numa maternidade em Mesquita/RJ, foi criado no bairro de Vila Valqueire em Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro, onde frequentou regularmente as escolas municipais da região.

Desde criança trabalhava com seu pai na porta de uma empresa de táxis em Bento Ribeiro oferecendo lanches aos motoristas, alternado os turnos com os da escola.

Aos 15 anos foi trabalhar como estagiário em um Banco na Tijuca, logo após ingressar no curso de técnico em administração no C.E. João Alfredo no bairro de Vila Isabel.

Aos 18 foi contratado pelo banco e depois de dois anos optou por trabalhar na área de telecomunicações, voltou a área bancária dois anos após ter conhecido o sistema de táxis, trabalhando aos finais de semana para complementar renda, decidiu se dedicar integralmente ao exercício da profissão de taxista em 2002.

Em 2004/05 ingressou como motorista auxiliar numa empresa de táxis, onde conseguiu com muito esforço comprar seu primeiro carro, mas ainda na condição de motorista auxiliar em 2009.

Em 30/01/2010, iniciou um movimento de taxistas, com dois colegas, o Allan e o Jose, que resultou na criação de um projeto de Lei em 2011, virando lei em 2012. André foi o idealizador do sistema de PROGRESSÃO DE CARREIRA DO MOTORISTA AUXILIAR, que consiste em transformar motoristas auxiliares em autorizatários (permissionários donos da placa/licença).

Porém, esta luta não foi fácil! Além de ter que romper as barreiras do preconceito que havia na época contra os auxiliares e ter aberto as portas das secretarias, prefeitura e câmaras, André teve de lutar contra uma decisão judicial impetrada por uma associação que restringiu os direitos de TODOS OS TAXISTAS a transferência, hereditariedade, entrada de novos auxiliares e liberação das autonomias aos auxiliares.

Em 2013, percorreu vários Estados Brasileiros junto com sua esposa, para proclamar a bandeira de luta pelos direitos dos permissionários taxistas. Viajou 32 vezes a Brasília, para conseguir junto de companheiros de outros Estados, a aprovação de uma Lei Federal que garantissem esses direitos. No mesmo ano, foi recebido duas vezes pela então presidente da república Dilma Rousseff. Uma pra pedir, outra para receber sua assinatura.

Em 2014, após uma reunião no Clube municipal, onde esteve presente os chefes dos poderes executivos e legislativos municipais e estaduais, conseguiu articular para que entrassem em contato a chefe do poder judiciário do RJ, para numa decisão que só o presidente do Tribunal poderia tomar, derrubou a liminar na justiça que impedia os direitos dos taxistas do RJ.

Ainda em 2014, fez a primeira grande manifestação contra os aplicativos e alertou a categoria de taxistas quanto ao perigo que estava por vir.

Em 2015, fez forte campanha na câmara dos vereadores para aprovar lei proibitiva aos aplicativos de carros particulares, que segundo sua visão, extrapolavam todas as leis em vigor no pais.

Em 2016, se juntou a FRENTE NACIONAL de taxistas, capitaneada por uma entidade também nacional, para atuar num projeto na Câmara dos deputados, que acabou por se tornar uma lei regulatória dos apps, que deu poderes aos municípios de regulamentar.

Em 2018, ano em que a Lei Federal 13.640/18 fora sancionada, tem atuado em conjunto com taxistas da Região Serrana, lagos, Norte Fluminense, Baixada e Região metropolitana do Estado do RJ.

André também é conhecido por participar de diversas audiências públicas como convidado palestrante, sempre em defesa do profissional taxista, e já percorreu dezenas de cidades brasileiras em sua missão.

Em Abril de 2018, foi o único taxista de todo o Brasil, convidado a participar da comissão especial sobre economia colaborativa na Câmara Federal.

Desde 2010, anualmente promove com a ajuda de amigos, ações sociais de ajuda a crianças de orfanatos e comunidades carentes, feitos que prefere não fazer divulgação por acreditar que não é justo fazer autopromoção com um tema tão importante e relevante, que é o de ajudar o próximo, ajudar outro ser humano.

Casado, tem uma filha adolescente e também bom filho.

Disputou as eleições de 2014 pela primeira vez e alcançou 7.000 votos terminando em 8º lugar, onde o partido conquistou apenas duas cadeiras.

Já em 2016, lhe faltaram 592 votos para assumir a cadeira de vereador que fora ocupada por seu companheiro correligionário.